TEXTO:
Brasileiros citam saúde, segurança e inflação como prioridades para o próximo mandato
12/02/2015
Pesquisa mostra que governo federal também precisa priorizar aumento do salário mínimo
Agência Brasil
​A melhoria da saúde foi citada por 49% da população em 2013, e por 55% em 2012%.
Metade dos brasileiros (51%) diz que melhorar os serviços de saúde deve ser prioridade para o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. É o que mostra a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira - Problemas e Prioridades, feita pelo IBOPE Inteligência para a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em seguida, aparecem combater a violência e a criminalidade e controlar a inflação, citados por 29% cada, e aumentar o salário mínimo (28%). Melhorar a qualidade da educação e combater a corrupção são apontados por 24% cada um. A soma é maior que 100% porque era permitido escolher até três opções.

Quando comparados os resultados atuais com o observado nos últimos dois anos, observa-se que melhoria da saúde e combate à violência e criminalidade também ocupavam as primeiras posições do ranking, com percentuais de menções semelhantes aos atuais. A melhoria da saúde foi citada por 49% da população em 2013, e por 55% em 2012%, enquanto o combate à violência teve 31% das menções em 2013 e 30% em 2012.
  
Já no caso do controle da inflação, observa-se um aumento significativo das menções no último ano. Em 2013, 14% apontaram o controle da inflação como prioridade (15 pontos percentuais a menos que na pesquisa atual). Entre 2012 e 2013, não houve variação significativa. 

Diferentemente do observado em relação às menções ao controle da inflação, tem-se que a proporção dos que apontam o combate à corrupção como prioridade cresce gradualmente: de 17% em 2012, para 20% em 2013 e para 24% na pesquisa realizada no final de 2014. 

Para os brasileiros, as áreas mais problemáticas atualmente no país são corrupção e violência, avaliadas como muito ou extremamente graves por 94% dos entrevistados cada. Em seguida, ganham destaque drogas (93%), saúde (86%), inflação (84%) e lentidão da justiça (83%). 

A corrupção é considerada extremamente grave sobretudo para os moradores do Sudeste, pessoas que completaram o ensino superior e entre aqueles com renda familiar mensal acima de cinco salários mínimos. O tema das drogas é tido como extremamente grave para os brasileiros com idade entre 35 e 44 anos e entre os que completaram o Ensino Médio. 

A pesquisa foi realizada em dezembro de 2014, com 2.002 pessoas de 16 anos ou mais em 142 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 

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